15/11/11

GES 11.14 visita a Assembleia da República


No dia 11 de Novembro de 2011, a turma GES 11.14 realizou, no âmbito da disciplina de Direito das Organizações, uma visita à Assembleia da República, acompanhados pela docente da disciplina, profª Margarida Rodrigues.
Esta visita visou consolidar os conteúdos leccionados no módulo 1 e teve como objectivos visitar as instalações onde decorrem os trabalhos daquele órgão de soberania e assistir ao debate do plenário. Para além dos objectivos terem sido atingidos, a turma teve ainda a vantagem de poder assistir à discussão e votação na generalidade do Orçamento de Estado para 2012, bem como das Grandes Opções do Plano.
A turma foi recebida pela deputada Carina Oliveira, eleita pelo círculo distrital de Santarém, que se revelou (como é seu hábito) uma excelente anfitriã, e que acompanhou o grupo ao longo do dia, convidando-o para assistir aos trabalhos do plenário nas galerias, guiando-o depois numa visita aos locais mais emblemáticos do edifício ( salão nobre, biblioteca, passos perdidos,…), ao mesmo tempo que foi esclarecendo todas as dúvidas e curiosidades dos alunos, por meio de um discurso marcado pela clareza e simplicidade, adequando-o ao público-alvo.
Consideramo-nos privilegiados por ter tido a oportunidade de fazer esta visita, que contribuiu para definir com mais clareza as atribuições do órgão de soberania Assembleia da República e de perceber onde e como decorrem os trabalhos das comissões parlamentares e como se processam os mecanismos de tomada de decisão.
Obrigado à Srª Deputada, pela excelência com que nos recebeu e por tudo o que partilhou connosco.
Obrigado à EPO, por nos ter possibilitado esta visita que classificamos de muito enriquecedora!




As alunas Maria Leal e Márcia Ferraria

A profª de Direito das Organizações
Margarida Rodrigues

Sessão formativa - IVA


No passado dia 10 de novembro tivemos uma sessão sobre o IVA com a Dra. Paula Pereira, atual Inspectora Tributária de Contas de nível dois na Direção Geral de Contribuições e Impostos em Leiria.
Com o vasto currículo, a Dra. Paula Pereira é um exemplo para todos nós uma vez que também estudou na Escola Profissional de Ourém, continuando o seu percurso académico na Universidade de Coimbra onde atualmente está a frequentar o mestrado.
Iniciámos a sessão com uma curiosidade sobre uma operação stop da alfândega que estava a ser realizada em Ourém, na zona do mercado. Desde logo percebemos que a Dra. Paula Pereira estava à vontade.
Depois de mais de uma hora a esclarecer-nos dúvidas sobre a matéria já dada (IVA) a Dra. Paula falou um pouco da sua experiência pessoal na EPO dizendo frases como: “Foi o testemunho que aprendi nesta escola, o esforço compensa”.
Dada como terminada a sessão a Dra. Paula agradeceu a oportunidade de ter voltado a uma escola que lhe foi muito querida e que teve grande importância na sua vida, depois de agradecer à Prof. Beatriz por tudo terminou dizendo: “Estou à vossa disposição para vos ajudar naquilo que vocês precisarem.”

Obrigado Dra. Paula pelo seu testemunho e por ser um orgulho da EPO.

Adriana Sousa GES10, supervisão prof. Beatriz Vieira

Sessão sobre IVA


Foi no passado dia 10 de Novembro que os alunos do 2º e 3º anos do Curso Profissional Técnico de Gestão assistiram a uma sessão sobre o IVA. A sessão foi dirigida pela Doutora Paula Pereira (ex aluna da EPO).
Numa primeira parte a Dr.ª Paula começou por dar uma definição de IVA e enquadrá-lo no tema dos Impostos. O IVA é o imposto sobre o valor acrescentado, ou seja é um valor que é de certa forma imputado a bens e serviços. Uma vez que nós, humanos, vivemos numa sociedade de consumo, todos nós pagamos este imposto, por vezes até sem nos darmos conta. Este imposto é classificado de diversas formas: é indireto porque incide sobre o consumo; é plurifásico; é não cumulativo porque só é devido ao Estado o valor acrescentado; tem incidência real; é estadual, porque o sujeito ativo é o Estado; é geral porque é para todo o espaço nacional e é Proporcional pois a taxa é constante.
Numa segunda parte a Dr.ª analisou alguns artigos do Código do IVA.
Na minha opinião esta sessão sobre o IVA foi bastante importante uma vez que nós, alunos do Curso de Gestão trabalhamos muito diretamente com este imposto. A sessão veio, no entanto, fortalecer alguma da aprendizagem adquirida nas aulas de Contabilidade com a professora Beatriz Vieira. Acho que os conceitos foram bastante perceptíveis e apresentados de forma dinâmica.

Ana Filipa Rodrigues GES.09.12, supervisão prof. Beatriz Vieira

09/11/11

Parte I: As comunicações word-of-mouth e a sua importância estratégica nas organizações

Uma estratégia de comunicação é crucial para qualquer tipo de organização, sobretudo no contexto atual, cada vez mais complexo e onde as transformações ocorrem a um ritmo acelerado. Essa estratégia deve servir de suporte para um modelo de gestão bem estruturado e com capacidade de levar as organizações a enfrentar os desafios cada vez mais competitivos numa sociedade progressivamente mais exigente, permitindo à organização informar e comunicar de forma clara, integrada e consistente, com os seus públicos internos e externos. O objetivo de uma boa estratégia de comunicação de marketing reside na criação e manutenção dos relacionamentos das organizações com os seus públicos, procurando informar, persuadir e lembrar os consumidores, de forma direta ou indireta, acerca dos produtos, serviços ou marcas que oferecem.


No contexto dos serviços, a comunicação da qualidade do serviço pode ser feita pela empresa, através, por exemplo, de uma estratégia de publicidade, ou então pelos seus clientes, quando estes defendem e recomendam os serviços prestados pela empresa através da comunicação boca-a-boca, mais conhecida como word-of-mouth.


Este tipo de comunicação tende a ser altamente persuasivo e extremamente eficaz sobretudo no caso dos serviços. Estudos empíricos têm demonstrado que a intangibilidade de um serviço, a sua natureza experiencial, bem como a heterogeneidade na prestação do mesmo, levam a que os consumidores, quando procuram informação para apoiar a tomada de decisão de consumo, tendam a confiar mais nas comunicações interpessoais, baseadas na partilha de experiências de consumo anteriores, conhecidas como word-of-mouth.


Pode definir-se word-of-mouth como a comunicação informal entre consumidores resultante da avaliação das características de um produto, serviço ou organização.


A comunicação word-of-mouth acabou por se transformar numa das forças mais poderosas do mercado, bem como numa inquestionável e importante ferramenta de marketing, na medida em que exerce, comprovadamente, uma grande influência no comportamento dos consumidores. Torna-se essencial que as organizações conheçam os fatores que estão na base das comunicações word-of-mouth, de forma a que os administradores destas organizações possam desenvolver ações de marketing que promovam não só o word-of-mouth positivo, como também reduzam ou eliminem as fontes de word-of-mouth negativo.


Em que consistem as comunicações word-of-mouth positivas e negativas?
Resposta na Parte II, em breve…

Margarida Rodrigues
Docente da EPO
Mestranda em Marketing Relacional

08/11/11

Algumas dicas para melhorar o seu currículo ...

Muitas pessoas protestam que enviam dezenas de currículos para um elevado número de empresas e não solicitações para entrevista de emprego. Em muitos casos, a resposta para essa falta de um retorno é que as empresas costumam receber milhares de Curriculum Vitae, ou simplesmente CV como é mais conhecido, e infelizmente, os candidatos a uma vaga de emprego não sabem preparar um CV, ou seja, não sabem vender a sua imagem, sua experiência através de um CV.

“Curriculum vitae” é, como explica a sua origem -latim, o relatório da vida da pessoa, sob diferentes ângulos, ou seja, da vida pessoal, da vida profissional, da vida académica. Saber colocar informações num CV revela um pouco como a pessoa é, se ela tem objectivos, se ela é persistente, se ela é dedicada, enfim, é uma representação quase fotográfica da sua vida. Daí a importância de se preparar bem o CV. Sem querer ser pretensioso, ficam aqui algumas ideias para melhorar o seu currículo e quem sabe, conseguir a tão almejada entrevista:
Mantenha o CV resumido e concentrado;
A leitura do seu CV deverá assemelhar-se a uma notícia e não a uma enciclopédia;
Mostre um pouco da sua personalidade;
Liste apenas as experiências de trabalho relevantes;
Não escreva testamentos;
Saliente as suas qualidades e pontos fortes;
Utilize títulos de profissão efetivos e descritivos;
Reveja-os duas vezes e mostre-o a outra pessoa;
Não inclua informações irrelevantes;
Tente que o seu currículo não ultrapasse as 2 páginas;
Use verbos de ação: “fiz”, “realizei”;
Evite ser negativo;
Muita atenção a possíveis erros ortográficos;
Tente identificar o perfil pretendido através do anúncio de emprego;
Defina o que o diferencia dos outros.

Sandra Monteiro Unidade de Inserção e Acompanhamento Profissional INSIGNARE
Fonte: empregosmaneger.pt

As ideias




A seguinte mensagem, oriunda da tradicional sabedoria chinesa, é uma das frases que mais me marcaram, após a sua leitura:


Um homem com um pão encontra outro homem com um pão. Ambos os homens trocam de pães e cada um regressa a casa com um pão.
Um homem com uma ideia encontra outro homem com uma ideia. Ambos os homens trocam de ideias e cada um regressa a casa com duas ideias
.”


Mensagem clara e objetiva, mas com um alcance enorme. Será que alguém descobriu a pólvora? Talvez…
Afinal, algo tão simples, tão singelo, tão barato, tão comum, como partilhar uma ideia, pode ser tão enriquecedor, tão especial e, porque não, tão diferenciador dos demais. Então, se é tão simples, porque não o fazemos com mais regularidade? Será pela falta de ideias, ou pelo medo da partilha?


Quero acreditar que a segunda hipótese é mais válida, porque a primeira revela apenas falta de paixão, desinteresse, apatia, entre outros. Mas então, porque será que é tão difícil de partilhar? Medo de que alguém possa ficar com o mérito de algo que é só nosso? Receio de cair no ridículo pela ousadia de ter idealizado algo novo? Medo de agir?


Não quero entrar em análises psicológicas nem sociológicos que possam estar na génese desses receios. Acredito apenas que se muitos dos homens e mulheres, em tempos idos, seguissem por esses receios, talvez, hoje, este texto não existisse nesta forma digital. Ainda viveríamos em cavernas, ou então não teríamos os carros que temos ou outros veículos motorizados, telemóveis, casas em tijolo, com saneamento, eletricidade, entre tantos outros bens, tão comuns e banais nos dias que correm, mas que em tempos idos, não passavam de ideias.
Felizmente alguém não se importou com os receios. Partilhou as suas ideias para que outros o ajudassem na prossecução das suas ideais. Felizmente ainda existem pessoas capazes, sem medo de avançar, de dar uso à sua voz, de agir.

Quero acreditar numa escola de hoje e do amanhã, incubadora de ideias, mas também de partilha. Porque o mundo de hoje precisa de pessoas com vontade de agir, de idealizar e de partilhar. Precisa de todos nós. Não vivemos numa ilha, isolada dos demais, antes somos uma parte integrante, ligados por pontes, de um sistema complexo, em que um simples gesto de partilha de ideias pode revolucionar a nossa existência.

À partilha!



José Pegada

(Diretor Pedagógico)

Vida de adolescente... e de seus pais...

A vida agitada dos dias de hoje, faz-nos olhar muitas vezes para o relógio, consultar a agenda, abrir a caixa de correio eletrónico, sempre à procura de mais alguma coisa para fazer, não esquecer um compromisso ou enviar trabalho a alguém …. Quando damos por ela lá se foi mais um dia, que em vez de 24 horas até dava jeito que tivesse 30.

Passou um dia, e outro, e mal nos cruzamos com aqueles que vivem na nossa casa. O fim de semana não para e o ritmo continua, ... e hoje que até tenho tempo..., os meus filhos querem estar com os amigos, ou têm de estudar, sair, espairecer… também faz parte.

O jornal Sol de 07 de novembro de 2011, publicou um artigo sobre uma pesquisa recente que demonstra que jantar à mesa em família pode beneficiar os adolescentes, na medida em que contribui para reduzir as probabilidades de que os jovens venham a abusar de drogas, cigarros ou álcool.

Um centro de investigação de abuso de substâncias norte-americano publicou um estudo acerca de como as refeições em família podem ter impacto na saúde dos jovens adolescentes.
Dizem as estatísticas que aqueles que jantam com a família cinco a seis vezes por semana têm quatro vezes menos probabilidades de consumir álcool, tabaco e cannabis, do que jovens que jantam menos de três vezes por semana com os pais.
Por outro lado, um estudo britânico mostra que jantar em família é um ingrediente crucial para assegurar a felicidade das crianças e que este simples ato de jantar em família mais de três vezes por semana, demonstra níveis mais elevados de felicidade.
Parece que, ao contrário da crença generalizada de que os jovens preferem estar sozinhos a ver televisão ou a jogar computador, a verdade é que estes são mais felizes quando interagem com os seus pais e familiares.
Segundo o artigo do SOL, o jornal The Independent refere que fazer coisas em família e limitar as atividades extra escolares das crianças para que possam ter tempo para estar em família, ajuda a criar um ambiente familiar saudável e, dessa forma, educar crianças mais equilibradas e felizes.


Não é uma receita simples, mas será que não podemos todos fazer um esforço para dar mais atenção aos nossos filhos? Ter um tempo diário para estar com eles, dialogar sobre os nossos dias, conhecer os seus amigos, auscultar a sua opinião, perguntar sobre a sua escola, acompanhar o seu desporto e até sair com eles, porque não?
Se não tentarmos, não valem a desculpas: “ o meu filho é muito difícil” ;“está sempre fechado no quarto”; “ só pensa em estar fora de casa”; “não conheço os seus amigos”, “ nunca quer falar”….


Será que já tentámos fazer diferente?


E hoje, onde é que vamos jantar?

Ana Pinho
(Docente)