Concluo, então, com um desafio: sendo nós uma escola no/do (?) século XXI, como podemos (cada um na sua função) preparar para a vida, os nossos alunos?
27/01/12
Alunos do século XXI
Concluo, então, com um desafio: sendo nós uma escola no/do (?) século XXI, como podemos (cada um na sua função) preparar para a vida, os nossos alunos?
11/01/12
Benefícios do voluntariado na carreira profissional

Ao realizar trabalho voluntário estás a ajudar a tua carreira como profissional e o teu desenvolvimento pessoal. Para jovens sem experiência, é também uma excelente oportunidade de encontrar emprego. Além disso, em muitos casos, a necessidade de executar projectos com recursos muito limitados e criatividade, ajuda a desenvolver novas e úteis habilidades. Com um aumento constante do número de desempregados, ser voluntário pode ser uma grande oportunidade para celebrar um contrato com uma Organização de Voluntariado.
E quais são os benefícios do voluntariado na carreira profissional? Pelo menos 3…
1- Primeiro contacto com o mundo do trabalho
Para os jovens que ainda não tiveram uma oportunidade de trabalhar, é uma boa forma de entrar no mundo do trabalho e adquirir uma valiosa experiência. Fazer uns meses de voluntariado, é logo o suficiente para pôr em evidência um CV e quem sabe até destacá-lo dos outros candidatos à oferta de emprego.
2- Desenvolver habilidades
As pessoas que fazem voluntariado, têm características que são bastante valorizadas pelos departamentos de Recursos Humanos, tais como capacidade de esforço, empatia, auto motivação e espírito de trabalho em equipa.
3 -Aumentar a rede de contactos
Trabalhando com os outros voluntários e apoiar uma causa, torna possível a expansão da rede de contactos, podendo estes novos contactos, virem a ser de extrema utilidade.
Normalmente os voluntários desenvolvem qualidades que são apreciadas em muitas empresas, portanto, em caso de dúvida, não hesites e abraça uma nova experiencia no voluntariado!
Ficam aqui algumas ideias:
http://europa.eu/youth/volunteering_-_exchanges/index_pt_pt.html
http://europa.eu/youth/volunteering_-_exchanges/index_eu_pt.html
http://cdp.portodigital.pt/emprego/oportunidades-de-trabalho-2/voluntariado
http://www.carreiras.universia.pt/mercado-laboral/voluntariado/
Sandra Monteiro
Unidade de Inserção e Acompanhamento Profissional – INSIGNARE
03/01/12
Contratá-lo? Dê-me uma boa razão
Miguel - Prós e Contras (20-06-2011)
http://vimeo.com/joliveira/miguel
Sandra Monteiro Unidade de Inserção e Acompanhamento Profissional - INSIGNARE
30/12/11
Uma casa cheia de Livros
Quando me pediram para entrar numa sala, entrei. Não contava surpreender-me. Estávamos numa biblioteca pública e eu era capaz de imaginar com antecedência o que me queriam mostrar. A senhora que caminhava dois passos à minha frente era dona de uma voz branda, feita de boa fazenda, e dizia que se tratava da oferta de um senhor que tinha morrido. O
filho tinha cumprido a vontade do pai e tinha acordado as condições com a biblioteca: quase nenhumas. A sala não era uma sala, era uma sucessão de salas. Cada uma delas estava completamente ocupada por estantes cheias. Com a mesma voz de antes, a senhora explicava-me que os livros tinham vindo nas próprias estantes onde estavam. Uma empresa de mudanças tinha-se ocupado desse serviço durante dia e meio, sem parar, meia dúzia de homens.
Eu já vi muitos livros e não contava surpreender-me mas, depois, prestei mais atenção. Enquanto ouvia a descrição do cenário em que encontraram os livros - uma casa cheia de livros, todas as paredes cheias, do chão ao tecto, prateleiras com duas fileiras de livros, pilhas de livros - foquei o meu olhar nas lombadas, nos títulos. A forma como estavam ordenados, lembrou-me a caligrafia da minha avó, uma caligrafia septuagenária, agarrada a uma perfeição talvez desnecessária, a um esforço de manter a correcção mesmo depois de estar quase tudo perdido, como se essa correcção pudesse salvar. Tratava-se de uma organização que previa a dimensão estética - o tamanho das edições, as colecções, as cores das capas - mas, também, uma vertente literária - géneros, história da literatura - e alfabética - B depois do A. Por vincos ínfimos, dava para perceber que eram livros lidos. Mas tão bem tratados, tão minuciosamente acarinhados. Ao mesmo tempo, entre prateleiras, entre salas, fui percebendo quais eram os autores que, criteriosamente, não estavam representados e quais os que tinham toda a sua obra naquelas estantes; fui percebendo quais os períodos e os temas que interessavam à pessoa que juntou todos aqueles milhares de livros.
É uma vida, repetia a senhora, é uma vida inteira. E contou que aqueles livros estavam agora à espera de serem catalogados e, a pouco e pouco, arrumados junto dos outros. Foi nesse momento que consegui distinguir com clareza o quanto estavam assustados. Olhavam para todos os lados, não conheciam o futuro que os esperava. Afinal, o eterno podia mudar com tanta facilidade, bastava um sopro. Foi nesse momento que consegui distinguir as suas vozes fininhas, a cruzarem-se no ar daquelas salas, cheiro a livros e a medo. Vestidos com roupas novas, roupas nobres e tão despreparados para as exigências de uma realidade feita de mãos e transtornos, feita de pressa real.
Muito tempo depois de sair de lá, a quilómetros de distância, voltei a pensar naqueles livros. Aquela selecção privada iria diluir-se nas prateleiras da biblioteca. O fim de uma ilusão costuma causar-me melancolia. Foi o caso. Muito provavelmente, na memória daqueles livros, o tempo que passaram nessa casa antiga, protegida, iria diluir-se também. Daqui a anos, depois de mundo e cicatrizes, ao encontrarem-se por acaso poderão nem sequer reconhecer-se. Poderão ser como aquelas pessoas que se reencontram e que não sabem se devem cumprimentar-se ou não e que, ao não fazê-lo, é como se tivessem deixado de conhecer-se.
Os livros, esses animais opacos por fora, essas donzelas. Os livros caem do céu, fazem grandes linhas rectas e, ao atingir o chão, explodem em silêncio. Tudo neles é absoluto, até as contradições em que tropeçam. E estão lá, aqui, a olhar-nos de todos os lados, a hipnotizar-nos por telepatia. Devemos-lhes tanto, até a loucura, até os pesadelos, até a esperança em todas as suas formas."
22/12/11
O Bitoque-Rugby
A lenda da criação do râguebi teve início por William Webb Ellis, um estudantede Londres. Foi dito que, durante uma partida de futebol em Novembro de 1823 na Rugby School, o tal impetuoso jovem ficou irritado com o jogo e teria agarrado a bolanos braços e corrido no campo provocando a ira de seus colegas, que tentavam pará-lo e agarrando-o de qualquer maneira. Assim, inconscientemente teria inventado o Rugby. Outros dizem que a bola era carregada com os braços com muita frequêncianos jogos durante 1820 e 1830. Muitos estudantes antigos da Rugby School dizem que a bola carregada fazia parte do jogo há muito tempo antes, contrariando a história do rebelde rapaz.
2. Criação do Bitoque Rugby
A entrada do Râguebi nas escolas ocorreu em 1996, fazendo parte dos programas curriculares da disciplina de Educação Física. O Bitoque- Rugby surgiu para responder à inexistência de condições para desenvolver o Rugby com contacto e queda para o solo nas escolas, o mesmo poderá ser utilizado em todosos tipos de piso, sempre que seja aconselhável a sua prática em detrimento do Rugby, caso de prática por grupos mistos em aulas de Educação Física ou como forma de animação desportiva em períodos de férias (ex: na praia). É um jogo único, fácil de jogar, que envolve situações muito variadas e pode ser praticado por equipas mistas, mesmo em espaços reduzidos e com pisos duros como os habitualmente existentes nas Escolas.
3. O que é o Bitoque-Rugby?
O rugby é uma modalidade desportiva que envolve contacto físico entre os seus praticantes, sendo assim é de primordial importância que os praticantes joguem de acordo com as regras do jogo e que tenham em atenção a sua própria segurança e a dos outros. A finalidade do jogo é progressão no terreno e marcação do maior número de pontos possível na área de validação adversária. A diferença entre o rugby e o bitoque rugby consiste no facto de no bitoque rugby não haver placagens, sendo estas substituídas por um toque com as duas mãos.
4. Objectivos e Princípios do jogo
O objectivo do jogo é o ensaio, ganhando o jogo a equipa que marcar mais ensaios. Há ensaio sempre que um jogador, transportando a bola na sua posse, ultrapassa a linha de ensaio da equipa adversária. Cada ensaio vale 5 pontos. Para que não haja riscos de quedas, no momento da marcação do ensaio, não é necessário colocar a bola no chão.
OBJECTIVOS:
• Marcar o maior número de pontos, transportando ou passando a bola;
• Entrar com a bola na área de validação adversária (ensaio).
PRINCIPIOS:
• Avançar;
• Apoiar;
• Continuidade;
• Pressão.
5. A Bola
• Deve ter uma forma oval;
• A superfície exterior da bola deve ser de couro ou de outro material sintético;
• As bolas podem ser preparadas a fim de se tornarem resistentes e fáceis de segurar nas mãos.
6. O campo
• É a área delimitada pelas linhas de meta e as linhas laterais, com exclusão de qualquer uma destas linhas;
• A área de jogo compreende o terreno de jogo e as áreas de validação;
• A área de validação ou meta é a superfície do terreno limitada pelas linhas de meta, linhas laterais de meta e linhas de bola morta (as linhas de meta e os postes fazem parte da área de validação, mas as linhas laterais de meta e as linhas de bola morta não fazem parte);
• O terreno deve ter as dimensões 15 por 28 (caso do 3x3), 20 por 40 (casos do 4x4 até ao 6x6);
• Não pode haver obstáculos até uma distância de segurança de cerca de 2 metros em relação a cada linha do campo.
Imagem 1 - Campo de Rugby e Bitoque Rugby
7. Formas de jogar a bola
A bola pode ser transportada livremente nas mãos e ser passada para o lado ou para trás (em relação à linha do adversário). A bola não pode ser pontapeada à excepção do Pontapé de saída ou livre, ou na formação ordenada.
8. Técnicas de Passe
Para que o passe seja bem efectuado deve-se ter em atenção os seguintes princípios:
• As duas mãos em contacto com a bola;
• Bola transportada à altura do peito;
• Impulso suave com os dedos, pulsos e braços;
• Manter o olhar no defesa;
• Passar para uma zona mais à frente do receptor (mas deve enviar a bola para trás de si e nunca para a sua frente).
Imagem 2 - O passe
9. Técnicas de Recepção
A recepção da bola deve ser:
• Precisa e firme;
• Com as duas mãos, sempre que possível;
• Colocar a bola ao lado da cintura, de modo a protege-la.
Imagem 3 - a bola de Rugby e a recepção
10. Ensaio
Sempre que a bola for colocada no solo após a linha de ensaio da equipa adversária, ocorre um ensaio, que vale 5 pontos.

Imagens 4 e 5 - O ensaio
11. Técnicas de Ensaio
Para realizar o ensaio é preciso:
• Ultrapassar a linha de ensaio com a bola nas duas mãos;
• Pousar a bola na zona de ensaio.
12. O Bitoque
Serve para parar a acção ofensiva da outra equipa, e é feito através do toque das duas mãos em simultâneo o jogador que tem a bola (acima dos joelhos e abaixo dos ombros). O jogador que tem a bola quando sofre o bitoque tem de passar ou largar a bola de imediato, não podendo progredir mais, com a bola em sua posse. Não é permitido impedir o portador da bola de a largar ou passar, após o bitoque, nem empurrá-lo ou bater-lhe violentamente com as mãos.
Imagem 6 - O bitoque
13. Técnicas do Bitoque
Para fazer bitoque é necessário tocar no adversário com as duas mãos, em simultâneo, entre a linha dos ombros e dos joelhos.
14. Pontapé de saída – o início e recomeço do jogo
A posse de bola no início do jogo é sorteada. Na segunda parte a bola começa da outra equipa. Após cada ensaio a bola sai da equipa que sofreu esse ensaio. Para colocar a bola em jogo é necessário que o jogador que a tem nas mãos, a toque com o pé de forma visível (Pontapé de saída). A bola deve ser lançada em direcção ao solo e deve ser pontapeada antes de tocar neste. A equipa que não tem posse de bola tem de estar toda a pelo menos 5 metros da linha de meio campo.

Imagem 7 - Pontapé de saída
15. Formação Ordenada
É a forma de reiniciar o jogo após toque ou passe para a frente, será sempre ganha pela equipa que não provocou a formação, não sendo permitido empurrar. Os restantes jogadores da equipa que provocou a formação têm de estar a 5 metros do local e só podem avançar quando a bola sair da formação. O da outra equipa tem de estar atrás da linha dos pés dos jogadores da sua equipa que estão na formação. O jogador que introduz a bola recua para trás dos colegas à espera que esta saia da formação.

Imagem 8 - Formação ordenada
16. Técnicas da formação ordenada
Na formação ordenada deve-se:
• Agarrar aos colegas, virando a cabeça para o lado esquerdo;
• Não empurrar os colegas nem provocar a queda da formação;
• Colocar atrás dos colegas, após ser introduzida a bola, e esperar que esta saia da formação para que possa ser jogada.
17. Alinhamento
Sempre que a bola ou um jogador na posse desta ultrapassam a linha lateral, procede-se ao lançamento da linha lateral (Alinhamento), sendo a bola recolocada em jogo por um dos jogadores da equipa que não foi responsável pela saída da bola. O lançamento será feito para o corredor (de 1 metro) entre o alinhamento em duas colunas, das duas equipas, que se encontrarão a pelo menos 3 metros da linha lateral. O jogador que faz o lançamento pode entrar em jogo entre o alinhamento da sua equipa e a sua linha de ensaio. Os jogadores que não participam têm de estar a pelo menos 5 metros da linha que separa os dois alinhamentos.
Imagem 9 - Alinhamento
18. Técnicas de alinhamento
Para a realização do alinhamento é necessário:
• Segurar a bola na porção posterior, estando esta dirigida para o solo;
• Colocar a bola atrás da cabeça, tendo um pé avançado em relação ao outro;
• Realizar um movimento das mãos para a frente;
• Manter as mãos em contacto com a bola o máximo tempo possível;
• Largar a bola à medida que o peso corporal se desloca para a frente;
• Avançar para o terreno de jogo após lançar a bola.
19. Pontapé livre
Quando há alguma infracção, recomeça-se o jogo através do pontapé livre, que é marcado no local onde se deu a infracção, e é efectuado da mesma maneira que o pontapé de saída.
20. Faltas
Encontra-se em fora de jogo o jogador que não cumpre as distâncias indicadas no regulamento. Além do já referido, não é permitido:
- Chocar, agarrar, rasteirar ou impedir de qualquer forma desleal um adversário de se deslocar livremente, com ou sem bola.
- Demonstrar falta de respeito ou espírito desportivo em relação aos companheiros, adversários ou árbitro.

Imagem 10 - Falta
21. Vantagem
Esta é uma lei que é aplicada sempre que a equipa infractora não obtém vantagem com a infracção.
22. Sinaléticas do árbitro
1) Ensaio;
2) Passe para a frente;
3) Formação ordenada;
4) Pontapé livre;
5) Alinhamento;
6) Advertência.

Bibliografia:
lucia-desporto.blogspot.com
https://woc.uc.pt/fcdef/getFile.do?id=2538&tipo=2
http://pt.scribd.com/doc/25347774/Bitoque-Raguebi
Bruno Batista, docente da disciplina de Educação Física na E.P.O. e E.H.F.
19/12/11
Carta de Candidatura Espontânea - Como Fazer?
Em primeiro lugar, faça a pesquisa de quais as empresas a que se quer candidatar, tendo em consideração a relação entre os seus desejos e competências e como pode constituir uma maisvalia para as mesmas. Não ponha de lado as pequenas empresas pois estas possibilitam, muitas vezes, postos de trabalho muito interessantes/apetecíveis e a oportunidade de poder mais rapidamente mostrar as suas competências.
Deverá enviar para cada empresa a que se dirige uma Carta de Candidatura Espontânea personalizada, juntamente com o seu Curriculum Vitae atualizado. Em suma, é fundamental que a candidatura seja dirigida à empresa certa, do modo mais personalizado possível, que ofereça serviços específicos e que destaque as suas principais competências pessoais, académicas e profissionais
.
Por fim, deverá manter as suas Candidaturas Espontâneas organizadas e junto com a informação que recolheu sobre cada uma para, no caso de ser chamado para uma entrevista, poder preparar-se de forma mais fácil e rápida aumentando as possibilidades de sucesso.
Gostaria de receber ajuda na elaboração da sua Cartas de Candidatura Espontânea? Contacte-nos!
Sandra Monteiro
gec2@insignare.pt Unidade de Inserção e Acompanhamento Profissional - INSIGNARE
16/12/11
Sexualidade: “Nem muito simples, nem demasiado complicado”!
A peça Nem muito simples nem demasiado complicado começou com a apresentação (pelos atores) de 7 histórias relativas a relacionamentos e sexualidade, que fazem parte da vida dos adolescentes e que abrangem os seguintes temas: início de uma relação; gestão da relação; término da relação; início da vida sexual; dúvidas e questões sobre a relação sexual; contraceção; infidelidade e doenças sexualmente transmissíveis.
Após esta primeira parte, os alunos debateram os temas abordados e escolheram as 3 peças que queriam ver repetidas e nas quais puderam participar ativamente, contracenando com os atores e modificando o desfecho das mesmas.
Sofia Ferreira
Psicóloga
